quarta-feira, 19 de junho de 2013

Festival Monsters of Rock terá Korn, Aerosmith, Slipknot e Whitesnake

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Evento em SP também anunciou Limp Bizkit e Queensryche no Anhembi. 
Festival acontece em 19 e 20 de outubro; vendas começam em 25 de junho.

O festival Monsters of Rock terá Aerosmith, Slipknot, Korn, Whitesnake/David Coverdale, Limp Bizkit, RATT, Hatebreed, Queensryche, Killswitch Engage, Gojira e Buckcherry. A informação foi confirmada pela produtora XYZ Live em suas redes sociais.
O evento acontece nos dias 19 e 20 de outubro na Arena Anhembi em São Paulo. As vendas de ingressos começam em 25 de junho. As entradas custam R$ 300,00 (uma noite) e R$ 560,00 (duas noites).
No dia 19, as atrações são Slipknot, Korn, Limp Bizkit, Killswitch Engage, Hatebreed e Gojira. No dia 20, é a vez de Aerosmith, Whitesnake, Ratt, Buckcherry e Queensrÿche (featuring Geoff Tate plus guests). O evento conta com dois palcos.
O festival, entre os preferidos dos fãs de rock pesado, já teve quatro edições no Brasil entre 1994 e 1998, com atrações como Black Sabbath, Slayer, Kiss e Ozzy Osbourne. O Monsters of Rock foi criado na Inglaterra, em 1980, e teve edições inglesas até 1996, com um retorno único em 2006.
O evento também foi realizado em diversos outros países além de Inglaterra e Brasil. Em 2008, houve uma edição no Chile, com Ozzy Osbourne, Korn e outros. Além dos artistas citados, as edições nacionais do Monsters of Rock também trouxeram ao país artistas como Faith No More, Alice Cooper, Skid Row, Iron Maiden, Megadeth e Motörhead, entre outros.

FONTE: G1

terça-feira, 18 de junho de 2013

Max Cavalera oferece música aos Manifestantes

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O cantor e guitarrista, fundador do Sepultura e atual líder do Soulfly, Max Cavalera, oferece as músicas de sua autoria, que, segundo ele, “foram feitas inspiradas nas ruas”, para serem usadas nos protestos que têm acontecido no Brasil.
Max gravou um vídeo com uma bandeira brasileira e postou nas redes sociais. “Estou acompanhando os protestos em São Paulo e no Brasil inteiro e queria dar a minha força, a força para o povo brasileiro”, disse.
Na mensagem, ele diz que compôs músicas intensas para momentos importantes como esses: “Se vocês quiserem usar as minhas composições como inspiração, para mim seria uma honra”.
Disse ainda que embora não esteja presente fisicamente, está em espírito e apoia totalmente os protestos. Ele mora em Phoenix, EUA, desde a década de 90.

Confira o vídeo:


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Feira de vinil promove a cultura entre os amantes do disco

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Por Gleicy Ellen
imprensaexplosion@live.com


O Evento reuniu 12 expositores em Sorocaba

Para amantes de música boa, vinil e um local retro para relembrar os anos 80, a Feira de Vinil em Sorocaba não deixou a desejar. O evento que aconteceu sábado (15), realizado no Seu Antenor botequim casou muito bem com a cultura do LP. 
Colecionadores, interessados por música e curiosos se reuniram em um só lugar para reviver as auroras do LP, e é claro comprar vinil. 
“Uma feira como esta é importante para fomentar a cultura dentro da cidade, ainda mais no Brasil em que essa cultura não é tão acessível e as pessoas acham que não se fabrica mais o vinil”, conta o professor de história, geografia, sociologia e filosofia, Zorel Bataiote. 
Para o operador e DJ de vinil, Sandro Sonic, a feira permite também uma sociabilização entre as pessoas. “O evento é essencial para reunir e dar mais opções ás pessoas que gostam para comprar ou trocar vinil, tanto quanto para aquelas que não conhecem e que acham que esse movimento acabou”. 
Mas a feira não teve a participação apenas dos que vivenciaram o sucesso do vinil, jovens também mostraram que o vinil é um gosto atual. “Trabalho com feira de vinil há anos e me surpreendeu o interesse dos jovens e das mulheres. Na minha época comprar vinil era coisa para homem, mas a volta do vinil criou um público novo”, confessa o expositor Márcio de Mello Moreira.  
De acordo com Marcelo Pessutto, organizador da Feira de Vinil, o objetivo do evento é perpetuar o vinil. “A intenção é divulgar a cultura, mostrar que há fabricação de LP e reunir aquele antigo colecionar como o jovem também, e o público superou a expectativa”, afirma Pessutto. 
Segundo o organizador, os discos mais procurados foram os relacionados a música brasileira, Beatles, rock e pop raros dos anos 60-80. Os preços variam, podendo ser R$5 até a faixa dos mil. 

Volta do Lp 
Apesar de algumas bandas voltarem a gravar seus sucessos em vinil, alguns colecionadores duvidam de um retorno de sucesso. 
“Acredito que o vinil vai caminhar junto com o CD, mas a procura será maior por colecionador até porque a mídia digital é muito mais prática, coisa que o vinil não é”, opina Sandro Sonic. 
Para o professor Zorel não basta a gravação de vinil por novas bandas tem que ter investimento. “A possibilidade do vinil voltar com sucesso é mínima, porque as empresas também precisam investir. A internet facilitou muitas coisas e acabou com outras, a produção de vinil é uma delas. Hoje o preço é o principal empecilho para quem gosta do vinil”. 
Marcelo Pessutto, organizador da Feira também acredita que apesar do retorno da produção, o disco não terá o mesmo publico de antes. “O LP é elitizado, tem o fator preço e aparelhagem adequada para tocar que não são tão acessíveis”. 
Colecionador de disco desde os 10 anos, o proprietário do bar Mauricio Antenor, vê com otimismo o futuro do LP. “O vinil já está retomando seu espaço. Não dá para comparar a qualidade do som de um vinil com a de um CD, com o disco você ouve detalhes que num compacto não é possível detectar”.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Kiss: Editora Lafonte lança autobiografia de Peter Criss no Brasil




A Banda Kiss causou grande impacto no cenário musical  na década de 1970, no que foi chamado de gênero hard rock. Entre os membros fundadores da banda americana está o baterista Peter Criss. O chamado “Catman” (Homem Gato) foi um dos responsáveis pelo sucesso estrondoso do Kiss, até seu rompimento com a banda no início dos anos 1980 e tendo retornado para uma série de shows nos anos 2000. No livro Make up to Breakup - My Life in and Out of Kiss, lançamento da Editora Lafonte, o ex-integrante presenteia os fãs e apreciadores da kissmania, com histórias inéditas da banda, além de revelar detalhes marcantes de sua vida.

Quando surgiu a ideia de lançar a autobiografia, Peter Criss declarou em uma entrevista: "Tenho certeza de que algumas coisas deixarão muita gente arrepiada, ainda mais se forem fãs do Kiss. Existe apenas um livro sobre nós (Kiss), o de Gene (Simmons) e ele não é totalmente verdadeiro. A maior boca disse algumas coisas, mas as outras três ainda não se pronunciaram."

No livro, escrito em parceria com Larry Sloman, os leitores encontram um conteúdo amplo, narrado em tom pessoal pelo músico sobre sua adoração pela bateria, especialmente a utilizada pelo seu ídolo Gene Krupa. Além disso, Criss revela detalhes de sua trajetória pessoal, da criança problemática que cresceu no Brooklyn, gueto de Nova York, a ícone rock star. Ele ainda revela as influências preciosas que o levaram a se lançar no cenário musical.

Mantendo o tom de confidências, Make up to Breakup - My Life in and Out of Kiss é simples e profundo e compartilha revelações pessoais de duas décadas, estabelecendo uma ligação íntima com os fãs. O baterista também revela detalhes desde a sua caracterização como Gato a escolhas que foram consagradas pela Banda por décadas. Muitas, que se transformaram em marcas, com tanta naturalidade que pode soar estranho, pois foram decididas de forma simples, como muita coisa acontecia na década de 1970.

As conversas e as discussões com seus companheiros de banda são precisamente detalhadas. Quando decidiu escrever o livro, ele pensou: preciso exorcizar tudo, de verdade, senão não escrevo. E desabafa questões que o levaram a sair, ao clima entre os integrantes até a gravação do álbum "Unmasked" (1980). O autor conta detalhes sobre as gravações, as turnês e as criações. Também fala do envolvimento com drogas, as bebedeiras e de sua luta contra o câncer.

Make up to Breakup - My Life in and Out of Kiss é um autorretrato fiel da vida e da notável carreira de Peter Criss, que mostra nitidamente os altos e baixos de um músico que viveu durante anos no topo do cenário musical, caiu no ostracismo, retornou à ativa.

Ficha Técnica
Título: "Make up to Breakup - My Life in and Out of Kiss"
Autor: Peter Criss e Larry Sloman
Tradução: Carlos Szlak
Editora: Lafonte
Número de Páginas: 384
Preço: 39,90

FONTE: Rock Brigade 

terça-feira, 11 de junho de 2013

Tributo a Renato Russo vai ter holograma do cantor

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Um tributo a Renato Russo promete trazer o cantor para mais perto de seus fãs. Marcado para o dia 29 de junho, em Brasília, o show vai contar com um holograma do cantor, feito pela V-Squared Labs. A empresa foi responsável pela projeção do rapper Tupac Shakur, durante apresentação no festival norte-americano Coachella, em 2012.

Para homenagear o artista morto em 1996, aos 36 anos, foram convidados grandes nomes da música brasileira para participar do tributo "Renato Russo Sinfônico". As canções ganharão interpretações de Lobão, Fernanda Takai, Zélia Duncan, Jorge Du Peixe, Ivete Sangalo, André Gonzales (Móveis Coloniais de Acaju), Alexandre Carlo (Natiruts), Ellen Oléria (vencedora do programa The Voice Brasil ), Hamilton de Holanda, Jerry Adriani, Luiza Possi e Sandra de Sá, acompanhados pela Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília.

Organizado pela Legião Urbana Produções em parceria com o filho do cantor, Giuliano Manfrendini, o evento não deve contar com a participação dos ex-integrantes da banda, Dado Villa- Lobos e Marcelo Bonfá. Os ingressos começam a ser vendidos próxima sexta-feira, dia 6, no site Bilheteria Digital.

O Show será no Estadio Mané Garincha em Brasilia.