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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Zona Leste de SP é berço de grupos de rock inspirados no "lado B" dos anos 1960

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Antes das facilidades da internet, quem conhecia grupos obscuros e movimentos musicais do passado geralmente era iniciado em alguma rede local, formada por músicos, jornalistas e colecionadores. Ou pelo menos tinha acesso a uma das fitas cassetes gravadas por eles.
Em bairros da zona leste de São Paulo como Vila Diva, Vila Nova Iorque e Vila Formosa, a circulação de fitinhas com coletâneas de bandas “lado B” dos anos 1960 - como The Chocolate Watchband, The Seeds, Strawberry Alarm Clock, entre outras ainda mais obscuras - foi um dos combustíveis para o surgimento de uma cena musical espontânea na região.

FONTE: Ultimo Segundo

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Entrevista Electric Age

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Uma dose energética de rock’n roll
Por Gleicy Ellen
imprensaexplosion@live.com


Formada em agosto de 2011, a banda paulista Electric Age passou por duas fases. Na primeira, chamava-se Killing Machine e fazia shows em tributo ao Deep Purple. 
Porém, o amor pelo rock’n roll fez com que a banda começasse a produzir músicas próprias. Killing Machine dá então lugar a Electric Age, nome sugestivo ao comportamento dos integrantes no palco.  
Se conheceram em um dos maiores eventos rock de São Paulo, e coincidentemente, tempos depois ganharam juntos a 9ª edição do Manifesto Rock Fest. 
A banda é composta por Luiz Felipe Cardim, na guitarra; Otavio Cintra, no baixo; Rafael Nicolau "The Boss", na bateria; Rodrigo Bourganos, no teclado e Júnior Rodrigues, no vocal. 
Próximo ao lançamento do seu primeiro EP “Good Times Are Coming”, Electric Age está numa fase enérgica e dá uma entrevista ao Explosion Rock, confira. 

Explosion Rock: Como o Killing Machine se conheceu? 

Electric Age: Nos conhecemos quando participamos do Rock Fest. Cada um estava em uma banda diferente participando do evento. No decorrer do festival fomos conhecendo melhor as bandas, assistindo o show uma das outras. Mas o Roger, o Luiz e Nico já se conheciam. 
Luiz: Conhecemos o Júnior. O cara é completamente louco no palco além de cantar pra caralho- e usar calças pratas dentre outras cores. Não conseguimos tirar da cabeça convida-lo para ele fazer parte de algum projeto nosso. 
Roger: A princípio pensamos em chamar o Júnior para um tributo ao Led, mas repensamos e montamos o Deep Purple Tribute, no final das contas foi melhor assim, pois descobrimos logo que ele odiava Led (um sacrilégio) kkkkk. 

ER: Já com músicas próprias se inscreveram e ganharam a 9° edição do Manifesto Rock Fest. Vocês acreditam que o futuro da banda poderia ter sido diferente se não tivessem vencido? 

EA: O Rock Fest foi muito importante por dois fatores: Primeiro pelo fato da banda ter ganhado o maior festival de música independente de São Paulo, muitas bandas almejam ter essa oportunidade e isso mexe muito com a confiança e nós realmente nos sentimos! kkkk  
O outro fator seria a questão das premiações. Levamos pouco tempo para decidir o que fazer com os prêmios e decidimos investir na gravação do nosso primeiro registro. Escolhemos o melhor estúdio que podíamos e ainda trocamos o nome da banda. Enfim estaríamos com certeza alguns passos atrás do que estamos hoje se não fosse o festival. 

ER: Aproveitando o momento, porque o nome da banda foi alterado? 

EA: Descobrimos que não poderia ser Killing Machine pelo fato de ter trocentos projetos com o mesmo nome.  

ER: Quando dizem que o nome da banda (Electric Age) foi escolhido devido a energia da banda principalmente no palco, como definem essa energia? 

EA: Nos sentimos como fios conectados durante os shows, em nenhum momento deixamos a bola cair. Ás vezes há imprevistos, como com o nosso guitarrista no último show: todas as cordas que podiam estouraram ao vivo. Mas acontece também aqueles erros comuns por conta de ensaios excessivos, porém a energia não acaba e isso prende a atenção das pessoas. Começamos o show e terminamos do mesmo jeito, ás vezes mais agitados do que no começo, poderíamos até sair e ir jogar futebol ainda! Só que não kkkkkkkkk 

ER: O que o Killing Machine representa hoje para vocês? 

EA: Representa R$80 que devemos pra nossa antiga tecladista kkkkk 
Representa o começo de tudo, o nosso desenvolvimento tanto pessoal quanto como músicos.  Imagina você como músico, manter uma banda é muito complicado, ás vezes nós queremos nos matar mais logo encontramos o motivo de porque estamos ali, o porquê de estarmos juntos.  
A Killing Machine foi um teste para saber se poderíamos continuar nessa loucura de fazer música, além de ser um puta prazer tocar canções de uma das maiores instituições do rock. 
Cara você é um homem antes de tocar Burn e outro depois! 

ER: Como é que é feitas as composições das músicas? 

EA: Não temos nenhum padrão, sempre ouvimos a opinião de cada um. Acontece de alguém surgir com uma música pronta e todos colocam sua cara nela, mas não existe padrão. 

ER: A banda pretende fazer show só com músicas próprias ou ainda deseja manter a linha em tributo ao Purple? 


EA: Não descartamos a ideia de fazer algumas noites tocando Purple, até porque em São Paulo som cover tem mais espaço do que para música própria, mas continuamos na luta. 
Nossos shows são basicamente compostos pelas músicas do nosso EP “Good Times Are Coming” que sairá agora nesse mês de julho e algumas composições novas que estamos preparando para o nosso Debut, mas sempre abrimos espaço para algumas versões de bandas que curtimos e somos influenciados.  

ER: Pode-se dizer que a banda passou por duas fases, a do Killing e a do Electric. O que muda de uma para outra?  

EA: Bom é muito claro, sabe aquela expressão ‘ejacular com o membro alheio?’, então a gente se sentia um pouco assim.  Não que a gente não gostasse, mas é outra coisa fazer o seu som. Hoje em dia com nossas músicas e tocando elas ao vivo, a busca é vê-las na boca da galera, isso vai será mais uma realização para gente. 

ER: O Electric Age recebe influência de que bandas? 

EA: Recebemos influências variadas, desde o Jazz até o black metal mais brutal kkkk 
Cada membro acrescenta seu ingrediente ao som, no nosso EP mesmo você vai encontrar influências de bandas de épocas diferentes, como Van Halen, Deep Purple, Black Sabbath, Led Zeppelin, Grand Funk Railroad, Rush, The Who, dentre outras bandas que são bem diferentes entre si. Isso influência muito no som, criando certa expectativa para quem conferir nossa música.


 

terça-feira, 4 de junho de 2013

Feira de Vinil Em Sorocaba


Uma exposição de discos diferente das demais, organizada pelos próprios expositores para atender melhor o colecionador de discos que é quem deve ser o centro da atenção.
A idéia inicial é fazer uma grande celebração de colecionadores e adoradores do clássico porém atual vinil. Com melhores condições de compras e acesso a produtos exclusivos.
Você poderá escutar lps num espaço dedicado somente a isso. preocupação diferenciada com os colecionadores e compradores, ambiente descontraído, próprio para fazermos essa confraternização. Muito metal, rock, blues, soul, jazz, punk, mpb...
O evento será realizado na Rua Antonio Martins Caixeiro Soriano no Botequim Seu Antenor (Bar do Mauricio) contará com a cobertura do Explosion Rock e Vai das 11h as 19h.
Maiores informações no telefone 11 98346.9924 e no facebook = feira de vinil e email feiradevinil@gmail.com

Confira o Flyer:

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Banda Pervencer

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Release

PERVENCER (per+vencer) [vtd. ant.] 1 derrotar completamente. quebrar, destruir.

Com um som brutalmente técnico, construído a partir da assimilação de elementos extraídos de vários estilos dentro do som extremo, nos palcos a banda Pervencer é uma máquina de guerra esmagadora, que devasta os ouvidos e pescoços de todos que cruzam seu caminho. As letras se propõem a trazer à tona sentimentos fortes e introspectivos, dissecando de maneira brutal temas bastante relevantes tais como política, guerra, história e filosofia, juntamente com assuntos mais obscuros, como ufologia, paranormalidade e mitologia. Dentre as principais influências estão listados nomes como Cannibal Corpse, Death, Decapitated, Kataklysm, Krisiun, Morbid Angel, Slayer, Necrophagist e Nile, dentre outros.

Biografia

O Pervencer foi formado em meados de 2006, quando o baterista Fábio Amaro e o guitarrista Ricardo Gallonetti se reuniram com amigos para tocar covers. Após estabelecer sua primeira formação e definir seu estilo musical, a banda já começou a escrever sons próprios e se apresentar ao vivo. Em 2008 eles gravam a demo "Labyrinth of Death", seu primeiro registro em estúdio e saem em turnê para divulgar o trabalho, tocando ao lado da banda Torture Squad em 2009. Nesse mesmo ano, o vocalista Tiago Sammael se junta ao grupo, dando continuidade às apresentações.

Em 2011, o baixista Nando Ferreira assume as quatro cordas em meio à gravação do novo EP "Extermination Is Right" e do vídeo de "Destruction Of Your Body", ambos lançados no mesmo ano e bastante aclamados tanto pela crítica quanto pelos fãs de som extremo. Nesse ano o Pervencer se apresenta ao lado de bandas como Nervochaos e Evergrey. Em 2012 o Pervencer é convidado para abrir o show da banda polonesa Decapitated em sua histórica primeira apresentação no Brasil, ocorrida no Blackmore Rock Bar em São Paulo.

No momento a banda continua sua turnê de divulgação do EP “Extermination Is Right” enquanto trabalha em material novo para o lançamento de um álbum full-lenght.

Formação Atual

  1. Fábio Amaro (bateria)
  2. Tiago Sammael (vocal)
  3. Nando Ferreira (baixo)
  4. Ricardo Gallonetti (guitarra)

Lançamentos

Dentre outros merchandises, já foram lançados de maneira independente os seguintes CDs:
  • "Extermination Is Right" (2011) - 1º EP do Pervencer, bastante elogiado, figurou entre os 5 melhores do ano na categoria Demo/EP segundo o site Polêmico Rock. O trabalho demonstra toda a evolução da banda, com 4 faixas da mais pura destruição e desprezo pela raça humana: "Destruction Of Your Body", "Hipocrisy", "The Real Nightmare" e "Disease". O EP inclui também o webclip para a música "Destruction of Your Body".
  • "Labyrinth of Death" (2009) - 1ª demo do Pervencer, ainda com Eduardo Gruska nos vocais e Adriano Machado no baixo, foi gravada, mixada e masterizada no estúdio HP Records na cidade de Salto-SP. Esta primeira demo traz 4 técnicos e esmagadores sons: a faixa título "Labyrinth of Death", "Occult Faces", "Pervencer" e "Mythology".

Contatos

Fones: (11) 8625-4709 / (15) 8124-3187


Banda Symptomen

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Criada em maio de 2011, Symptomen é uma banda de Heavy Metal de Tatuí-SP.
Tem como intuito fazer um Heavy Metal com peso, pegada e letras fortes.
A banda tem tocado em Tatuí e região, nas cidades de Itapetininga, Cerquilho, Boituva, Tietê,
Conchas e Sorocaba.
Em Agosto de 2012 a banda foi a vencedora do 1° Die Fight Metal Battle, festival no qual
reuniu 10 bandas de sorocaba e região numa batalha pelo prêmio de um video clipe profissional.

Tendo em sua formação atual Iago Pedroso (Guitarra,Vocal), Tiago R. Floyd (Guitarra),
Manassés Procópio (Baixo), Ricardo Menezes (Bateria), a banda está lançando seu debut album entitulado:"Men Against Men", gravado entre abril e maio de 2012 no Estudio 8 Tatuí-SP.

O CD foi lançado pela DieFight Records em setembro de 2012 e esta tendo uma ótima receptividade pelo público e pela crítica especializada; com boas resenhas no Brasil e em outros países como Bélgica e Inglaterra.


Tracklist: Men Against Men

1. Back to the 80's
2. Army of the Children
3. Bad Choices
4. Demean
5. Poisoned World
6. Maybe
7. Symptom Men
8. Living in Danger


REPERTORIO COM 15 MÚSICAS


Symptomen – Back to the 80’s
Symptomen – Army of the Children
Symptomen – Symptom Men
Symptomen – Living in Danger
Kiss – Pscho Circus
Iron Maiden – The Trooper
Metallica – Master of Puppets
Manowar – Battle Hymn
Accept – Balls to the Wall
Black Sabbath – Heaven and Hell
DIO – We Rock
Ozzy Osvourne – Bark at the Moon
Judas Priest – Hell Patrol
Motorhead – Ace of Spades
Megadeth Holy Wars